25/07/2014

Primeiros humanos a pisar em Marte já caminham pela Terra”, diz NASA

Entenda como a Agência Espacial Americana pretende levar a humanidade ao planeta vermelho em 2030


Entenda como a Agência Espacial Americana pretende levar a humanidade ao planeta vermelho em 2030 exploração humana do espaço, visto como a nossa melhor chance de pisar pela primeira vez num outro planeta.

Por ser nosso vizinho e, principalmente, por ser relativamente parecido com a Terra, a NASA está chamando o planeta vermelho de “o próximo salto gigantesco”. Neste comunicado, a agência declarou que “os primeiros humanos que vão pisar em Marte já estão caminhando pela Terra hoje”, reforçando o compromisso de realizar a tão sonhada missão em um futuro breve.

O fato é que ainda não temos a tecnologia necessária para enviar uma nave tripulada em uma jornada interplanetária e trazê-la de volta para casa em segurança. Com o intento de consolidar todas as técnicas requeridas para levar a cabo uma viagem tão complexa, a NASA desenvolveu uma espécie de cronograma com missões preliminares, todas vinculadas ao objetivo maior que é chegar a Marte.

Confira abaixo os passos graduais da NASA que permitirão que, em 2030, a humanidade dê seus primeiros passos em outro planeta.

1 - Pesquisas na Terra e da Estação Espacial Internacional (ISS)

Há de se convir que o espaço é um ambiente absolutamente desfavorável ao corpo humano. Para superar essas barreiras, diversas pesquisas são realizadas nos laboratórios da NASA nos EUA, mas as mais valiosas vêm de fora deste mundo, da Estação Espacial Internacional (ISS). Lá, tripulações de astronautas desenvolvem inúmeros experimentos para descobrir as melhores formas de garantir a sobrevivência no espaço e preservar a saúde dos astronautas, bem como mapear as mudanças que uma longa estadia fora da Terra provoca no corpo humano. Outras tecnologias, como as de comunicação, também são estudadas.

2 - Finalizar a nave Orion e o foguete SLS (até 2018)

Pela primeira vez depois da era dos ônibus espaciais, a NASA construiu uma nave totalmente adaptada para as novas missões que prometem nos levar mais longe do que nunca. Com avanços na propulsão, comunicações, suporte à vida, design e navegação, a Orion suporta até quatro tripulantes, e está sendo considerada a nave mais avançada já construída – é ela que nos levará pela primeira vez a Marte e outros corpos no espaço profundo. O foguete Space Launch System (SLS) é o avançadíssimo veículo em desenvolvimento que poderá transportar tanto cargas quanto astronautas e, junto da nave Orion, permitirá esta nova era de exploração espacial. É o primeiro desde o Saturn V, que levou a Apollo 11 até a lua.

 3 - Circunavegação tripulada da lua (2018)

Já, por meio do sistema SLS-Orion, uma tripulação deve realizar um voo ao redor da lua e retornar à Terra, percorrendo o chamado espaço cis- lunar. A viagem permitirá desenvolver tecnologias que deem mais autonomia aos astronautas e os tornem menos dependentes do apoio terrestre – fundamentais para uma longa jornada como a de Marte. Outros elementos serão estudados, como a forte radiação solar e cósmica, bem como a proteção contra o possível impacto de meteoritos.

4 - Capturar um asteroide e colocá-lo em órbita da lua (2019)

Esta é a primeira grande missão no cronograma da NASA com olhos no planeta vermelho, um megaprojeto de engenharia. Basicamente, a agência pretende enviar uma nave espacial robótica a um asteroide próximo da Terra e deslocá-lo em direção à lua, estabilizando-o em sua órbita. Chamada de Asteroid Redirect Mission (ARM), o projeto permitirá um maior domínio em manobras e no manejo de grandes cargas no espaço, necessário para chegar a Marte. Um outro fator importante é que as condições do espaço cis-lunar são semelhantes ao sistema de Marte e suas luas, podendo render informações valiosas.


5 - Missão tripulada ao asteroide (2025)

Trata-se do último (e importantíssimo) passo antes do destino final: fazer com que um astronauta pise, pela primeira vez, em um asteroide, e traga de volta amostras de sua superfície, fornecendo um material riquíssimo para o estudo dos primórdios do Sistema Solar. Não qualquer asteroide – aquele mesmo que será realocado ao redor da lua. As principais habilidades adquiridas aqui serão um domínio ainda maior nas manobras, bem como aprimoramento em técnicas de pouso e acoplagem, além do trato com as amostras. Trajes espaciais também terão de ser melhorados.

6 - Missão tripulada a Marte (2030)

Daqui a cerca de vinte anos, se tudo correr conforme planejado, presenciaremos o que será talvez o maior evento na história da humanidade: o dia em que pisaremos em outro planeta que não a Terra. O ato abre caminho para diversos rumos futuros, desde o estabelecimento de uma colônia humana no planeta vermelho (tornando-nos uma espécie interplanetária), até sua terra-formação. 

A viagem de ida e volta pode durar mais de 500 dias, o que exigirá dos astronautas a bordo da nave Orion uma enorme autonomia. O conhecimento preliminar enviado pelas sondas humanas na superfície, bem como tudo o que será aprendido com as missões anteriores, deve permitir que estes futuros astronautas, que já caminham pela Terra hoje, caminhem também por Marte, e retornem para casa em segurança – assim como Neil Armstrong e Buzz Aldrin voltaram da lua.

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24/07/2014

Tô sentindo uma "cosquinha" dentro do meu traje espacial!

Imagine um filme de ficção científica onde astronautas, durante uma viagem espacial, contraem uma doença simples provocada por algum micróbio. De repente, aquela doença tão comum na Terra e de tão fácil cura se torna algo extremamente poderoso, capaz até mesmo de matar toda a tripulação da espaçonave. O que fazer? Isolados no espaço, em um ambiente confinado, sem ter ao seu lado os modernos recursos médicos que encontramos na Terra e sem poder retornar imediatamente ao nosso planeta, a única ajuda dada aos astronautas vem de milhões de quilômetros de distância, pelos meios de comunicação. A tripulação da nave espacial é dizimada e o projeto que custou anos de elaboração, e uma pequena fortuna, é completamente perdido. Exagero? Não! Histórias como essa estão sendo levadas em conta pelos pesquisadores da NASA ao analisarem projetos de missões que pretendem levar astronautas em longínquas viagens ao espaço. Mas, porque esta preocupação? Não estaria havendo um excesso de cuidados por parte da NASA? Infelizmente não. Todo esse temor é plenamente justificado e, surpreendentemente, um dos principais geradores de preocupações é a atuação de uma velha conhecida nossa, a força gravitacional da Terra, ou melhor, o seu contínuo enfraquecimento à medida que nos afastamos no espaço.

As dificuldades de viver no espaço... Com micróbios!


Vários centros científicos de biologia, associados a projetos da NASA, começaram a investigar quais os efeitos que um ambiente de "microgravidade" teria sobre os seres vivos. Viver no espaço só é fácil em filmes de ficção científica, nosso corpo reage de modo muito intenso a mudanças no valor da força gravitacional que age sobre nós e muitos problemas de saúde são provocados por longas estadias no espaço. O que os pesquisadores não esperavam descobrir é que fatores agravantes à saúde dos seres humanos, de difícil controle e capazes de criar sérios problemas durante um vôo de longa duração, pudessem ser intensificados em microorganismos em ambientes de baixa gravidade. Para surpresa dos biólogos, verificou-se que alguns micróbios se tornam muito mais virulentos quando submetidos a um ambiente de microgravidade. E isso é muito preocupante quando um dos micróbios que aumenta a sua agressividade em relação ao ser humano é a terrível salmonela.


Um intruso no espaço 

Certamente, para aqueles que estão no espaço nada pior do que ficar doente. Isto é agravado pelo fato de que o nosso sistema imunológico funciona muito pior quando estamos em um ambiente de micro gravidade. Isto faz com que as infecções sejam mais prováveis e bem mais poderosas. Se adicionarmos a isso o fato de que certos micróbios se tornam mais poderosos no espaço, concluímos que o quadro pode ficar realmente assustador. Não há companhia mais indesejável do que um micróbio, ainda mais poderoso, em um ambiente isolado onde o seu corpo está mais susceptível a doenças.

O que fazer para expulsar essa companhia indesejada? 


Os biólogos têm se debruçado sobre este problema, procurando entender por que razão um micróbio muda o seu comportamento quando é colocado em um ambiente de micro gravidade. Os cientistas não têm certeza do que ocorre mas suspeitam que as células sentem deformações em sua estrutura externa, provocadas pela mudança da força gravitacional, e respondem a esse estímulo. Em geral as células que formam culturas nos laboratórios aqui na Terra estão submetidas à força gravitacional de 1g. Em razão disso, elas se depositam no fundo dos recipientes e ficam com uma forma achatada. No entanto, quando essas células estão "flutuando" em um ambiente de micro gravidade (µg) elas tendem a permanecer mais arredondadas.




A explicação dada acima não é considerada suficiente pelos cientistas e, para eles, a resposta definitiva ao problema de comportamento celular em micro gravidade pode surgir com o auxílio da genética.

No entanto, os biólogos sabem que existe uma boa chance de aprendermos melhor de que modo um determinado micróbio é capaz de provocar doenças se conseguirmos mostrar que a sua virulência está, de alguma forma, associada ao meio ambiente onde ele vive. O estudo de mudanças no seu comportamento poderia indicar aos cientistas novos caminhos no combate a estes micróbios, com a descoberta de novas drogas e vacinas.

Uma das melhores maneiras de estudar as possíveis mudanças no comportamento de micróbios em ambientes de micro gravidade é realizando experiências no espaço, seja durante missões espaciais dos Space Shuttle ou nos laboratórios da International Space Station. E isso já está sendo feito.


As primeiras experiências: cerveja no espaço, mas não é para beber não!

É claro que você já reconheceu essa coisa feia mostrada ai ao lado. Ela é a Saccharomyces cerevisiae e, ao contrário do que Vinícius de Moraes afirmou ("que me desculpem as feias mas beleza é essencial"), este fungo, embora feio, é adorado por milhões de pessoas em todo o mundo que o consideram parte essencial de suas vidas. A saccharomyces cerevisiae é o fungo comumente conhecido como levedura de cerveja ou de padeiro. Ele é o responsável por fazer a massa do pão crescer e também provoca a fermentação dos grãos e das uvas. A importância deste fungo vai além de pães, cervejas e vinhos pois a saccharomyces cerevisiae, após ser tratada pela engenharia genética, permitiu a obtenção de novos remédios tais como a vacina da hepatite B.

A levedura da cerveja não é patogênica (se fosse grande parte da população mundial já teria morrido, feliz é claro!) mas ela foi escolhida pelos cientistas para uma série de testes em ambientes de micro gravidade. Esta escolha é justificada pelo fato de que as células da levedura podem ser facilmente manuseadas.

Este estudo é fundamental para que os biólogos possam entender as bases genéticas das infecções. Mais uma vez a pesquisa espacial irá produzir resultados que auxiliarão a toda a humanidade. Os micróbios que se cuidem!

23/07/2014

Você sabia?

As nebulosas planetárias, a despeito do nome, não têm absolutamente qualquer conexão com planetas. Uma nebulosa planetária é formada quando uma estrela com até 3 massas solares, em um determinado momento de sua evolução após ter se transformado em uma estrela gigante, expulsa violentamente todo o gás que está envolvendo a sua região central. Após esse fenômeno, a região central da estrela fica exposta, mostrando a existência de uma estrela densa. O gás que foi expulso vai aos poucos sendo incorporado ao meio interestelar e a estrela residual evolui para se tornar uma estrela anã branca.


21/07/2014

Homem pisava na lua pela primeira vez há 45 anos - relembre a missão

Veja fotos, vídeos e áudios que recontam a história da Apollo 11


Há 45 anos, de 16 a 24 de julho de 1969, a missão Apollo 11 entrava para a história por ser a primeira a conseguir fazer com que astronautas caminhassem pela lua e retornassem à superfície terrestre em segurança. Mas o projeto de enviar homens ao nosso satélite natural começará 8 anos antes, com um discurso do presidente John F. Kennedy ao Congresso dos EUA, estipulando que a meta fosse cumprida até o final da década.


Depois de muitas tentativas sem sucesso, 8 anos depois, a NASA conseguiria cumprir o objetivo no prazo determinado. Os astronautas Neil Armstrong, comandante da missão, Buzz Aldrin e Michael Collins fizeram treinamentos intensivos para conseguir chegar onde nenhum homem havia ido antes.


A bordo do Saturn V, os astronautas decolaram do Kennedy Space Center, Cabo Canaveral, na manhã de 16 de julho de 1969. Cerca de 12 minutos após o lançamento o foguete já havia entrado na órbita da Terra. Depois de dar uma volta e meia ao redor do planeta, a nave seguiu em direção à lua.

Três dias depois, o foguete entrou na órbita lunar. No dia seguinte, o fatídico 20 de julho, Neil Armstrong e Buzz Aldrin embarcaram no módulo lunar Eagle (Águia) que os levariam até a superfície lunar. Michael Collins continuou pilotando o módulo de comando, chamado Columbia. O pouso foi feito em situações críticas, com alarmes soando e apenas 30 segundos de combustível disponível. Após tudo correr bem, na tarde daquele dia, para o alívio de todos, Armstrong falou à base de Houston, emblematicamente: "a Águia pousou". Confira o áudio.

Abaixo uma imagem que o homem jamais tinha visto: o "nascer da Terra" na perspectiva de um outro corpo celeste. A foto foi tirada de dentro do módulo lunar pouco depois da alunagem no chamado "Mare Tranquillitatis" ou Mar da Tranquilidade.


Cerca de seis horas após o pouso, o comandante Neil Armstrong estava preparado para se tornar o primeiro homem a pisar na lua. Pela TV, mais de 500 milhões de pessoas do mundo todo assistiam, atônitas, a façanha. Foi neste momento que ele disse a famosa frase: "é um pequeno passo para um homem, mas um salto gigantesco para a humanidade" (confira o áudio original) Depois de já ter caminhado pela superfície lunar, Armstrong fotografou Buzz Aldrin descendo as escadas da Eagle.


Aldrin, sabendo de todo o simbolismo contido no gesto de deixar uma pegada ali naquele solo, tirou a foto abaixo para documentar o momento. Ele também forneceu uma incrível descrição do que observava ao seu redor: classificou a superfície da lua como sendo uma "desolação magnífica".


Neil Armstrong finca a bandeira dos Estados Unidos no solo lunar, e então tira uma foto de Aldrin próximo a ela, em reverência.

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Os dois astronautas conduziram uma série de experimentos, entre eles um para detectar atividades sísmicas. Deixaram também uma espécie de espelho refletor - até hoje, quem quiser pode fazer um experimento de mirar um laser poderosíssimo neste espelho e vê-lo sendo refletido de volta à Terra. Confira um trecho do seriado The Big Bang Theory no qual os personagens fazem exatamente isso.

Na verdade, esse experimento é um projeto que existe num observatório no sul da França (Grasse), que tem por objetivo determinar a distância do Sistema Terra-Lua. Não é fácil “acertar” os espelhos deixados pelos astronautas.



Um outro gesto simbólico realizado na missão foi deixar uma plaqueta de metal no Mar da Tranquilidade com os seguintes dizeres: "Aqui, homens do planeta Terra pisaram na lua pela primeira vez. Julho, 1969 d.C. Viemos em paz, em nome de toda a humanidade".


Depois de algumas horas na superfície, era hora de retornar para a base. Armstrong fez este retrato de Aldrin pouco antes de voltar para o módulo Eagle.

A bandeira e uma câmera de televisão, vistas de dentro do módulo lunar.



Momentos antes de decolarem em direção ao módulo de comando Columbia, Armstrong tirou este autorretrato, hoje conhecido como Selfie.



Quando os astronautas voltavam para a Terra, viam esta imagem se olhassem para trás.


E, se olhassem para a frente, tinham esta visão.


Por fim, em 24 de julho, a tripulação é resgatada no oceano, em uma área próxima ao Havaí. De volta aos Estados Unidos, eles encontram as esposas em 27 de julho.




Confira uma montagem feita pela NASA dos principais momentos do pouso na lua:




Este vídeo restaurado de mais de 3 horas foi transmitido ao vivo em 1969, assistido por 500 milhões de pessoas:


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18/07/2014

Cientistas encontram meteorito que poderia ter gerado a vida na Terra



Uma equipe de cientistas suecos descobriu um meteorito que poderia ser o responsável pelo ter gerado o surgimento da vida na Terra, cerca de 470 milhões de anos atrás.

Durante o período Ordoviciano, que começou há cerca de 488 milhões anos e terminou após 45 milhões de anos de existência, a vida evoluiu de algo muito primitivo até se tornar mais complexa e muito diversificada. Os cientistas acreditam que a causa dessa mudança está relacionada com uma catástrofe espacial, possivelmente provocadas pelo choque de asteroides ou cometas. Terá sido um asteroide e um cometa? Segundo o estudo, um choque poderia ter produzido uma chuva de meteoritos, que teriam sido o motivo da transformação que ajudou o surgimento da vida na Terra.

Especialistas analisaram diversos meteoritos com idades em torno de 470 milhões de anos para saber se todos eles correspondem a um mesmo tipo de condritos tipo L. Até hoje não havia sido encontrada evidência de outro tipo de corpo celeste participando da origem da vida planetária.

No entanto, o elo perdido poderia ter sido encontrado na Suécia, com os restos de um tipo raro de asteroide nunca antes observado. O estudo, que foi realizado nos últimos três anos, indica que o meteorito é contemporâneo de outros, mas com uma composição completamente diferente. 


Existem teorias que sugerem que os meteoritos foram responsáveis por semear a vida na Terra. Porém, estudiosos ainda pesquisam como eles podem ter contribuído para a enorme biodiversidade global.

Fonte: The Independent 
Matéria original: Seu History

17/07/2014

Cápsula Cygnus chega à Estação Espacial Internacional

Imagem da Nasa mostra o transportador Cygnus (Foto: Nasa-TV/AP)

Carregamento tem alimentos e equipamentos para seis astronautas. A cápsula não tripulada da empresa Orbital Science Corporation chegou nesta quarta-feira à Estação Espacial Internacional (ISS) com um carregamento de alimentos e equipamentos para a tripulação de seis pessoas que a ocupa, informou a NASA. A Cygnus decolou no último domingo de Wallops Island, Virgínia, Estados Unidos.

De acordo com a previsão, os astronautas devem abrir a cápsula no dia de hoje, caso a equipe de astronautas trabalhe rápido e sem inconvenientes.

A Cygnus transporta 1,657 tonelada de materiais, incluindo novos satélites, experimentos para cultivo de rúcula no espaço e uma bomba para o módulo japonês que substituirá outro que deixou de funcionar.

A missão, chamada Orb-2, é a segunda de oito que a NASA acertou com a Orbital, e é a terceira viagem de uma cápsula Cygnus à ISS depois de um voo de teste bem sucedido no ano passado.

A Orbital Sciences e a SpaceX são duas empresas privadas americanas que assinaram contratos importantes com a Nasa para o transporte de material à ISS. Depois de ter encerrado seu programa espacial de 30 anos em 2011, a NASA não voltou mais ao espaço.


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